a temporada findou, mas aqui vai um vídeo
para ver em casa e entoar a canção ôvo ôvoôvoôvôo
segunda-feira, 20 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Kelly Key
a mulher que matou os peixes...
infelizmente...
é a Kelly!

Adorei vê-la no palco, fazendo o seu próprio coração comovido, a sua própria tartaruga, o seu próprio caminho dentro do espaço antes criado pela Lu Fróes.
E como a Lu é aquela giganta maravilhosa, a gente ficou esperando, como é que Kelly vai mandar?
Mandou bem pra caraca!
De uma doçura, uma graça e uma leveza muito gostosas de se ver.
Adorei.
infelizmente...
é a Kelly!

Adorei vê-la no palco, fazendo o seu próprio coração comovido, a sua própria tartaruga, o seu próprio caminho dentro do espaço antes criado pela Lu Fróes.
E como a Lu é aquela giganta maravilhosa, a gente ficou esperando, como é que Kelly vai mandar?
Mandou bem pra caraca!
De uma doçura, uma graça e uma leveza muito gostosas de se ver.
Adorei.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Infantil, mas longe da mesmice
Daniele Avila
Esqueça as fantasias de personagens da Disney, as peças infantis que imitam filmes que todo o mundo já viu e as insossas histórias de princesas. Em cartaz no Oi Futuro há poucas semanas, A mulher que matou os peixes...e outros bichos passa longe da mesmice do teatro infantil. Não sobra um clichê pra contar a história. Aliás, a peça também não segue o protocolo que determina que, para fazer uma peça infantil, é preciso contar uma história. Ela conta várias: a da mulher que matou os peixes, do gato acertadamente apelidado Pinel, de vários cachorros que não estão mais entre nós, de uma macaca que também não teve vida longa, enfim, a peça reúne uma série de relatos improváveis para o divertimento. A morte dos bichos de estimação, um dos fatos da infância que parece sacudir a forma como as crianças veem o mundo, é um tema que permeia toda a peça. Mas sem apelação para a choradeira. Pelo contrário.
O teatro infantil costuma tomar como ponto de partida as regras do teatro adulto mais tradicional: narrativa com início, meio e fim; fala impostada; truques ilusionistas; atores sempre de frente para a plateia; e o pensamento de que se você não explicar tudo muito esmiuçadamente, o público não vai entender.
A mulher que matou os peixes... e outros bichos dá as costas para tudo isso e, além de dialogar com formas contemporâneas de teatro e dança, parte de um pressuposto muito legítimo para uma peça infantil: a dinâmica do próprio comportamento da criança em situação de divertimento. É nessa dinâmica que a direção de Cristina Moura melhor se dá, porque não fica aparente. As mudanças de cena acontecem espontaneamente, como se os atores fossem três crianças brincando e tendo idéias. Isso também se deve à criatividade e ao comprometimento do elenco. Mariana Lima, Renato Linhares e Luciana Fróes formam (com Cristina Moura e a assistente de direção Daniela Fortes) a equipe de criação do espetáculo, o que de certo modo explica a sintonia e a propriedade com que lidam com a peça.
Vale destacar também a dramaturgia de Isabel Muniz, que articula uma gama enorme de referências para construir um texto complexo que, no espetáculo, parece simples. A direção musical de Lucas Marcier e Fabiano Krieger (com colaboração de Felipe Rocha), assim como os vídeos de Paola Barreto, são pontuais e agregam beleza à cena. A iluminação de Enrique Diaz, a direção de arte e cenografia de Mari Stockler e os figurinos de Marcelo Olinto constroem um visual exuberante, caótico (no bom sentido) e bem-humorado.
Histórias interrompidas

O humor é a chave para lidar com cada assunto, mas não a única. A peça é cheia de momentos poéticos, nos quais as crianças são conquistadas pela subjetividade. Nunca se sabe nem se pode prever o que vai acontecer no minuto seguinte e isso deixa a plateia livre de expectativas. Às vezes, uma história é interrompida por uma pergunta, ou por outra história. É como se a peça fosse tecida de desvios e parênteses, e é neles que se manifestam as imagens mais líricas. É o caso do momento em que Mariana diz que ficou comovida com alguma coisa e Renato pergunta o que é "comovido".
Mal dá tempo de achar que eles vão explicar uma emoção tão complicada para uma plateia de crianças. Luciana se levanta e faz um coração comovido. É indescritível. E muito, mas muito bonito mesmo.
Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Banda Mulher que matou os peixes
Obrigado Rio!!!
As bananas psicodélicas de Lucas Canavarro arrasando!
Vlw equipe linda de video!
As bananas psicodélicas de Lucas Canavarro arrasando!
Vlw equipe linda de video!
Lucas Marcier manda notícias:
Amigos,
Hermano escreveu esta recomendacao no site que ele administra.
Achei curto e preciso, vale a pena ler!
Bjs
Lucas
Hermano escreveu esta recomendacao no site que ele administra.
Achei curto e preciso, vale a pena ler!
Bjs
Lucas
terça-feira, 21 de abril de 2009
realizados!
belas imagens enviadas pelo kike.
cá comigo ainda penso que um hexagonite iria bem nesta visão do mosquito...
tenho saudades do falso chroma das coisas que o homem teme, mas entendi o sentido de exclui-lo ao ver renatinho trepando pelas paredes, literalmente.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
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